terça-feira, 4 de agosto de 2009

Crime Scene Investigation

O primeiro passo para a produção do nosso curta é desenvolver um argumento. Oliver Kovacevich, mais conhecido como Lilinho, já teve uma boa ideia. Vamos aprimorar e trabalhar esse argumento para apresentar para a professora Celina Alvetti na segunda-feira. Não vou transcrever a ideia aqui no blog, por enquanto. Quando a ideia estiver mais madura, quem sabe algo não aparece por aqui. O jeito é esperar e pagar pra ver.
Depois de House, Bones e Without a Trace, agora é a vez de CSI – Las Vegas. Tiro o chapéu para a qualidade de produção dos seriados americanos. CSI significa Crime Scene Investigation. Os chamados CSIs resolvem crimes nada peculiares baseados em técnicas forenses. Detalhes mínimos, pequenas partículas, digitais, DNA e várias outras evidências são o foco desses detetives.
Cada episódio tem-se um crime ou mais para ser solucionado. Desaparecimento, assassinatos, roubo, enfim – qualquer tipo de crime. Além das tramas pessoais, que envolvem todos da equipe. A equipe em CSI – Las Vegas é comandada por Gil Grissom (Willian Petersen). Ele é supervisor da equipe noturna. Ele é entomologista, especialista na área de insetos. Catherine Willows (Marg Helgenberger) é analista de marcas de sangue. Ela tem uma filha, e seu trabalho está sempre em conflito com a sua relação com a menina, já que ela não tem tempo de se dedicar à maternidade.
Warrick Brown (Gary Dourdan) é analista de audiovisuais. O caso dele é um pouco mais complicado. Ele é viciado em jogo. Morando em Las Vegas as coisas ficam mais difíceis ainda. Logo no primeiro episódio, a iniciante Holly Gribbs morre numa cena de crime, pois ele a deixa sozinho para ir jogar. Ele quase perde seu emprego. Warrick tem grande apoio do Gil Grissom.
Nick Stokes (George Eads) é analista de fibras. Faz o tipo machão bonitão, mas geralmente acaba se envolvendo mais nos casos do que os outros colegas. Como foi o caso da prostituta, com a qual ele se envolve emocionalmente e depois é assassinada. Sara Sidle (Jorja Fox) é analista de materiais e elementos. Aparentemente rabugenta, ela tem sangue frio para resolver os casos.
Durante as temporadas vamos conhecendo melhor sobre os principais personagens da série. Aspectos importantes de suas vidas vão sendo expostos ao público, o que ajuda para entender certas atitudes e traços de personalidade. Como estou na primeira temporada ainda não posso ir mais além. E não estou a fim de ler sobre a série e descobrir coisas que vão aparecer nas próximas temporadas. Perde toda a emoção da coisa.
Além do CSI – Las Vegas, também existe o New York e o Miami, porém com menor aceitação do público. CSI – Las Vegas chegou em sua nona temporada, e está se preparando para chegar na décima. O negócio deu certo!
Fique aí com a música de abertura do CSI: Who are you? - The Who! Muito boa!!!

Por Fernanda Giotto Serpa

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Uma boa comédia idiota!

Comédias idiotas fazem bem de vez em quando. Quem aqui não riu com “American Pie” (até o terceiro filme da série, o quarto e o quinto são ridiculamente idiotas – passam do ponto)? Ou “Todo Mundo em Pânico”? Ou ainda Borat (confesso que não gostei, mas a maioria acha engraçado e esse filme é muito idiota)?
“Sex Drive” não foge da fórmula dos filmes adolescentes sobre a virgindade. Muita conotação sexual, palavrões, contextos absurdos e um cara muito idiota envolvido no meio. O filme já começa com uma apresentação propositalmente tosca dos roteiristas do filme. Um diálogo montado e (mais uma vez) propositalmente mal ensaiado. Eles avisam que o filme não tem pudor nenhum, e já nessa apresentação isso é facilmente perceptível quando peitos e genitais começam a aparecer na telinha, que acaba gerando certo desconforto para quem assiste, mas no final resta dar risada. Durante o filme, mulheres nuas ficam aparecendo esporadicamente na tela. Idiota também.
No filme o cara idiota é representado por um menino, com 18 anos, virgem. O nome inexperiente é Ian Lafferty (Josh Zuckerman). Ele é atormentado pelo irmão mais velho e amigos por nunca ter transado com ninguém. Nada mais comum do que inventar um perfil falso num site de relacionamento e passar a conversa nas meninas.
Além disso, ele trabalha vestido numa fantasia de rosquinha dentro de um shopping. Mais piadas! O irmão mais velho, representado por James Marsden (Ciclope do X-Men), é um garanhão e que só ajuda a acabar com o moral do irmão. Ele também é dono do carrão que vai levar Ian por uma louca viagem atrás da linda mulher que ele conheceu na Internet, e que vai tirar a sua virgindade.
O ponto do filme que foge dos conhecidos estereótipos é a representação do todo poderoso, do garanhão da escola. Lance, representado por Clark Duke, aparentemente faz o estilo nerd idiota. Baixinho, gordinho, óculos – estilo “mamãe me vestiu”. Ele é o melhor amigo de Ian – o loser – pega as melhores meninas, e sabe muito sobre vida sexual ativa.
Outro que merece atenção é Seth Green, que faz o papel de um amish, e deixa o público sem entender se ele é um cara amável, ou se é violento. Ezekiel é o seu nome no filme, e é aparentemente caipira e obsoleto. Quando ele abre a boca mostra que entende tudo de tecnologia, e tira os meninos de algumas enrascadas com o carro do irmão mais velho de Ian. Mas claro, que por algo em troca.
Além disso, tem a melhor amiga. Felicia (Amanda Crew) anda com os dois meninos, e segue junto nessa aventura. Tenho que concordar que a situação é bem absurda. Três adolescentes, dentro de um carro, viajando pelo EUA, sem mais nem menos. Mas mais absurdas ainda são as situações que eles se metem. Enfim, ela gosta de alguém, que não gosta dela, e outro alguém gosta dela, mas ela não gosta dele. Típica confusão adolescente. Apesar de o filme estar recheado de besteiras, ele também tem um lado romântico, verdadeiramente meigo e sem segundas intenções.
Mas na essência “Sex Drive” é o tipo de filme para não pensar. Óbvio! Apenas assista, ache idiota e dê boas risadas.







Por Fernanda Giotto Serpa

sábado, 1 de agosto de 2009

Cinemark: preço salgadinho

Hoje vou falar sobre a entrevista que o presidente da rede Cinemark, Valmir Fernandes, deu para a Folha de São Paulo. Quem me mandou a entrevista foi o Guilherme Mélo, meu colega de turma e integrante da Agência tomada1. Valeu Gui!!!
Não é segredo para ninguém que o Cinemark trabalha com o mercado, e exibe em suas salas excepcionalmente blockbusters. Valmir Fernandes é presidente internacional da rede desde 2006, e é ele quem decide o preço que se paga pelo ingresso e pela pipoca. Ele afirma que o Brasil é um dos países que mais influencia nos negócios do Cinemark, já que a política cinematográfica brasileira exige um número mínimo de dias destinado à exibição de filmes nacionais. Em 1997, com a implantação da rede, as costumeiras salas de rua – que poderiam ser tranquilamente por pessoas de diferentes rendas – foram substituídas pelo conceito multiplex. Isso significa salas em shoppings, logo preços mais altos.
O Cinemark tem mais de 4.800 salas em 13 países no mundo inteiro. O presidente da rede diz que o preço dos ingressos e da pipoca são os fatores mais criticados pelos clientes. O fato de existir meia-entrada é um empecilho para existir a possibilidade de baixar os preços. Ele afirma que se não existisse preço com carteira os ingressos poderiam custar apenas R$ 12,00. O cálculo que ele fez foi o seguinte: para o Cinemark tirar um lucro de R$ 15,00, em média, por ingresso – existindo a meia-entrada – ele precisa cobrar R$ 20,00 pela inteira. Outro argumento que ele expõe, contra a meia-entrada, é a fato de que com menores preços o público aumentaria consideravelmente.
O que mudou das salas de ruas para as salas em shoppings foi o padrão de qualidade. Fernandes calcula que a instalação de 10 salas multiplex custa em torno de R$ 12 milhões. Essa quantia precisa voltar para o bolso dos investidores, no máximo, em sete anos. "Eu decido o preço do ingresso, da pipoca e do refrigerante a partir disso. Tenho custos fixos altos e preciso de uma margem para mostrar ao investidor que ele vai recuperar o seu dinheiro. A margem de lucro é muito pequena. O filme roda mesmo com um só espectador na sala. Também acho que o ingresso tem de baixar, mas a conta não é simples”, defende Vilmar.
Em outra matéria que saiu na Veja, em 2003, temos uma visão diferente da história. Os dados não estão muito atualizados, mas a informação vai contra o que a entrevista afirmou (que com a saída dos multiplex o público caiu). O público de cinema subiu de 74 milhões para 90 milhões, entre 2001 e 2002. E mais uma vez entra em questão o conforto que se tem hoje em dia nas salas de cinema. Os analistas achavam que com home theater, DVD, Internet, TV, etc, etc , etc... os cinemas iriam perder muitos clientes. Pois bem, quem não resiste ao grande telão, cadeiras confortáveis, modernidade na imagem e no som e a claro, o bom e velho escurinho do cinema?
A corrida hoje ainda é no investimento das novas salas, dar segurança, conforto, comodidade e modernidade para o cliente. Infelizmente, o cinema é um lazer para quem pode pagar. Não é barato ir ao cinema. Por isso, deixo dica: vão às sessões antes das 14 h. R$ 7,00 a inteira, e R$ 3,50 a meia. Um sucesso! Só espere a gripe passar...

Fontes:
Ø
http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/07/26/ult4738u26240.jhtm

Ø http://veja.abril.com.br/290103/p_090.html

Por Fernanda Giotto Serpa

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A volta das pornochanchadas?

Primeiro, uma correção em relação ao texto anterior: nossa editoria vai ser Economia Política, e não Políticas Econômicas como eu tinha escrito! Hehehe...valeu prof Celina! Como ontem não assisti filme, vou comentar uma matéria que está na SET do mês de julho, sobre o cinema brasileiro. A revista, por sinal, está muito boa. Houve mudanças na diagramação, mas eu achava o outro estilo melhor. Mas o que importa é que a qualidade é a mesma. Aliás, tem uma lista dos 100 filmes mais assustadores da história que está muito boa! E uma matéria com Sacha Baron Cohen, sobre o filme Brüno. “Borat é tão 2006”! Hahahaha...
O nome da matéria é “Toda Nudez Será Editada”. A reportagem traz uma crítica à situação do cinema brasileiro atual em relação ao tema sexo, que foi muito utilizado nas décadas de 70 e 80, e resultaram nas famosas chanchadas e pornochanchadas. O exemplo que o repórter usa é a representação de Luana Piovani no filme “A Mulher Invisível”. Antigamente, o diretor do filme teria usado e abusado muito mais das famosas formas da atriz.
Porém, o que dirige o cinema brasileiro hoje é alcançar cada vez mais o tipo do filme “para toda família”, já que o resultado das bilheterias sempre é mais gratificante. Os antigos diretores, que produziram longas nas décadas de 70 e 80 e tinham no sexo um importante elemento de produção, defendem que se perde uma parcela muito grande de público com esse tipo de “censura”, um público que apreciava um cinema brasileiro mais “safadinho”.
Adaílton Medeiros, que é responsável pelo cinema Ponto Cine, sala no subúrbio carioca de Guadalupe, diz na matéria que um público da velha guarda ainda pede pelos antigos filmes nacionais, e ele precisou abrir horários alternativos para conseguir abranger esse público, já que no cinema atual – aquele que passa em salas de cinema nos shoppings – não existe mais essa opção.
Outro exemplo utilizado foi o filme “Meu Nome Não É Johnny”, que teve um excelente retorno do público brasileiro. Walter Hugo Khouri, cineasta brasileiro que construiu sua obra tendo o sexo como foco, afirma que o Ministério da Justiça faz vistas grossas em relação ao sexo, mas não é tão exigente quando se trata de drogas ou violências. Voltando ao filme “Meu Nome Não É Johnny”, a história passa numa época em que três elementos são essenciais no roteiro: sexo, drogas e rock´n roll. Porém, o sexo não se faz presente na história, e acaba deturpando o retrato do Rio de Janeiro pré-Aids dos anos 80. O motivo? A indicação do filme caiu para 14 anos, e não 16 como seria necessário caso as cenas de sexo fossem mais calientes.
Eu não faço parte da velha guarda, assim como não assisti aos filmes dos anos 70 e 80. Mas, na minha humilde opinião, não tenho reclamações a fazer sobre o cinema brasileiro atual, e gosto muito da característica “para toda família”. Nos últimos anos, o cinema nacional tem sido valorizado pelos brasileiros e isso é reflexo da qualidade que vem apresentando. O sucesso dos filmes “A Mulher Invisível”, “Se Eu Fosse Você”, “Cheiro do Ralo”, “Estômago”, “Central do Brasil”, “Linha de Passe”, “Meu Nome Não É Johnny”, “O Casamento de Romeu e Julieta, e CLARO: O Auto da Compadecida, não é por acaso (entre vários outros filmes, hoje a lkista é enorme). Cada filme respeita seu gênero, e apresenta os elementos necessários para dar consistência e forma ao roteiro. Mais sexo ou menos sexo não faz diferença. E sem falar que o filme da Bruna Surfistinha vem aí, acalmem os ânimos. Afinal, sexo é que não vai faltar num filme sobre a história de uma prostituta. Mas também se é isso que falta agora, é só assistir “Entre Lençóis”. Sexo e sensualidade pra dar e vender, sem pudor!


Fonte: Revista SET – Julho 2009, Ed. 264, Ano 22 (Reportagem: Toda Nudez Será Editada, de Dirley Fernandes)

Por Fernanda Giotto Serpa

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Começando com o pé direito!

Está na hora de voltar com esse blog pra valer! Mesmo com as férias improvisadas, vamos tentar manter o blog funcionando regularmente. A nossa principal atividade do semestre, que vai ser contada aqui no site da Agência tomada1, será a produção do curta-metragem. Cada novidade sobre a nossa produção será postada aqui. Até agora a única novidade é que precisamos produzir um roteiro, até o dia 10 de agosto. Por enquanto, isso é um pepino, mas que venham as ideias e os anjos digam amém!
Além do nosso diário de bordo, a nossa agência também será responsável em produzir um texto por semana com uma temática que envolva cinema brasileiro. Esse texto será postado no site www.cineacademia.blogspot.com, blog este, coordenado pela professora Celina. A nossa editoria será Políticas Econômicas. Então, quem quiser, pode nos seguir por lá também!
Chega de apresentações! Vamos ao que interessa: filmes! Minhas férias foi basicamente assistir filmes. Então, sempre que der, vou comentar alguma coisa dos bons filmes e das bombas que eu assisti em julho. Mesmo com todo o alarde que está sendo feito em torno da gripe Vírus A (H1N1), eu fui ao cinema ontem. Um tanto arriscado, eu diria, já que a sala estava lotada. Fui assistir “Inimigos Públicos”, que conta com Johnny Depp, Christian Bale e Marion Cotillard no elenco.
A história se passa no ano de 1933, quando a Grande Depressão ainda assola os EUA, e quando os ladrões passam a assolar os bancos americanos. Foi uma época marcada por roubos e ladrões que pareciam simpáticos ao público. No filme, a impressão que você tem é que Johnny Depp, no papel de John Dillinger é quase uma espécie de Robin Hood. Ele rouba dos ricos, conta com a simpatia do público, mas se esquece de dar aos pobres.
Melvin Purvis, interpretado por Bale, é o agente do FBI responsável por caçar e prender os grandes e famosos assaltantes da época, como Dillinger, Pretty Boy Floyd, Baby Face Nelson, John Red Hamilton, entre outros. O que vemos no filme são os primeiros passos do FBI, a primeira, e uma das mais famosas, Agência Federal de Polícia. Billy Crudup, que interpreta J. Edgar Hoover, é o responsável por esse criação de novas táticas para prender criminosos – usar a ciência ao seu favor. Crudup aparece pouco no filme, mas o pouco que aparece já mostra um excelente trabalho.
Enfim, o filme conta a caçada dos policiais atrás dos bandidos. Os bandidos que são vistos como mocinhos. A mídia foi um grande suporte para esses gângsteres que se viam estampados nas folhas dos jornais ou nas telas de cinema quase como heróis, pois suas histórias e fugas eram contadas como vitórias, e o público gostava delas. É fácil notar isso quando Dillinger é preso, e as pessoas cercam a prisão para ver o criminoso e passam a acenar calorosamente chamando-o de “John” ou ainda “Sr. Dillinger”.
Além da boa história, a parte técnica do filme, principalmente na área de fotografia, também arranca elogios do espectador. Primeiramente, os figurinos e cenários, que nos colocaram dentro da Grande Depressão, com suas cores sóbrias e chapéus cobrindo os olhos e sobretudo. Tem coisa mais “gangster” do que chapéu e sobretudo? Johnny Depp ficou muito bem no figurino!
O que também não pode deixar de ser notado é a intensidade com que a sonoridade dos tiros berram aos nossos ouvidos, e os disparos resultam em luzes que marcam os olhos. Cada tiroteio é seguido por muito barulho. Tudo isso aproximo o espectador da realidade. Essas cenas quase colocam você dentro do filme.
E por último, não poderia deixar de comentar o romance entre o “bad guy” e a mocinha da história, que é interpretada por Marion Cotillard (que fez um maravilhoso trabalho em PIAF, diga-se de passagem). É um romance puro, chega a ser sem graça. Dillinger parece tão focado em sua carreira como bandido, que parece impossível um homem como ele se apaixonar e entregar-se unicamente à essa mulher. Existe também aquela imagem pré-concebida de bandidos que não se apegam somente a uma única mulher. Mas enfim, Dillinger alimenta sentimentos verdadeiros por Frechette. Eu, particularmente, gostei da escolha da atriz. Uma mulher comum, morena, sem grandes posses e sem uma beleza fenomenal. Foge da ideia das loiras, com lábios carnudos recheados com batom vermelho.
Sei que não é uma boa hora para ir ao cinema, mas eu indico! Ainda mais para quem gosta dessa coisa de gângsteres, bandidos que parecem mocinhos e mocinhos que parecem bandidos. Atire a primeira pedra quem nunca torceu pelo bandido! Vai dizer que a figura de Al Capone, por exemplo, não te instiga curiosidade! Mas enfim, qualquer coisa o jeito é esperar chegar em DVD para conferir!
O fim de semana promete muitos filmes por aí, então até a próxima... Fique com o trailer do filme, e com o trailer do “Bastardos Inglórios”, novo filme do Tarantino. Esse promete!!!


Trailer "Inimigos Públicos"





Trailer "Bastardos Inglórios"




Por Fernanda Giotto Serpa

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Escapar é só o começo..


Já que o blog ta mais parado que água de poço, vou falar um pouco de uma série, porque não tenho o que falar de outra coisa por enquanto. Prison Break é uma série de 4 temporadas em que a correria rola solta durante o tempo todo, mas de uma maneira não tão óbvia quanto parece. Voltando ao começo, a história gira em torno de 2 irmãos, Michael Scofield (Wentworth Miller) e Lincoln Burrows (Dominic Purcel) onde o segundo foi preso por ter supostamente matado o irmão da vice-presidente dos EUA, e o primeiro se joga na mesma prisão em que seu irmão se encontra com o intuito de tirá-lo de lá. Esse é um dos pontos iniciais da história, mas por trás disso tem muita conspiração, governo, e corrupção. O que parece simples e óbvio no começo da série toma uma direção completamente diferente num piscar de olhos. Toda essa trama permite conhecer o protagonista que é dono de uma inteligência fora do normal. Só pelo fato de ver como ele se safa de situações “impossíveis” já valeria à pena, mas isso ainda é apenas um detalhe, bom pra série. No final das contas, a moral da história tem muito a ver com o quão longe uma pessoa pode ir por aquelas que ela ama, pela família, e acho que isso é o que no final, depois de tanta poeira levantada, dá sentido a tudo o que aconteceu. E o final é bem surpreendente (mesmo).

Por Igor Shiota

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"O Roteiro", assistam!

E aí vem o último trabalho do semestre! Enfim, férias! Mas isso não é tão importante agora, o que importa é o que vou falar sobre o nosso trabalho “O Roteiro”. Imagine um grupo sem ideias, que assiste aos filmes do movimento Experimentalismo Soviético e pensa: “O que fazer agora?”. Pois bem, usamos essa falta de ideia em nosso favor. Já que não conseguimos criar um roteiro, escrevemos um roteiro sobre alguém que não consegue escrever um roteiro e que no fim tem a ideia de fazer um roteiro sobre alguém que não consegue escrever um roteiro que tem a ideia de escrever um roteiro...e bem, vocês entenderam!
As características adaptadas do Experimentalismo soviético foram: a montagem, sincronia da música com a imagem, fato corriqueiro (cotidiano) e mudança temporal. A montagem é claramente vista no filme “O Encouraçado Potemkin”, de Eisenstein. Ele muitas vezes quebra os planos e posição da câmera, o que se torna uma característica muito forte desse movimento.
A música passa a sensação e o sentimento que o espectador deve sentir em relação à cena. Em nosso trabalho isso é visto nos momentos em que o ator não consegue ter ideia e a música fica mais agitada. Ou mesmo no início, quando o ator chega em casa e há um certo suspenso sobre o que ele vai encontrar.
Quanto ao corriqueiro, nos baseamos especificamente no filme do Vertov. O filme do Eisenstein é mais puxado para o lado social. Já Vertov fala do cotidiano, de fatos mais comuns. Nossa história aborda um acontecimento comum na vida de muitos estudantes, que é deixar um trabalho para última hora.
Quanto à mudança temporal, isso se mostra de maneira muito discreta no nosso vídeo. É o momento em que o ator dorme, e temos a sensação de ver o tempo passar com a imagem da janela. O Experimentalismo Soviético deu um grande passo com tratou o tempo de maneira não-cronológica.
Bom pessoal, acho que é isso! Aproveitem! Foi muito bom fazer esse exercício. Foi divertido, porém muito trabalhoso. Mas tá valendo. Agora vamos para as nossas merecidas férias, mas não pensem que esse blog ficará abandonado. Não podemos repetir o marasmo de junho. Hahaha...
Fui!



Por Fernanda Giotto Serpa